Para inspirar seu texto compartilho um video do Programa Sem Censura com a participação a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva e a professora Amélia Lacombe falando sobre bullying.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Chega de Bullying 2a edição
Para inspirar seu texto compartilho um video do Programa Sem Censura com a participação a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva e a professora Amélia Lacombe falando sobre bullying.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Meu filho e a #SemanaMundialdoBrincar
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Como se educa para o consumo?
terça-feira, 26 de abril de 2011
Grito de Guerra da Mãe Tigre
Terminei de ler, no último fim de semana, o livro Grito de Guerra da Mãe Tigre, de Amy Chua, publicado no Brasil pela editora Intrínseca. Como eu já contei no artigo Mãe é tudo igual completa um ano com promoção, segundo Amy, a educação chinesa está focada na excelência a qualquer preço e palavras como felicidade, tempo livre, auto-estima e liberdade não existem no dicionário em mandarim. Especialmente quando os pais chineses são imigrantes vivendo em um novo país.
Apesar de Chua mostrar uma rotina massacrante imposta às filhas para que se tornassem excelentes em tudo e isso deixar pasmo qualquer leitor ocidental, o livro mostra também as dificuldades dessa mãe em seguir seu próprio plano de treinamento militar para crianças. Ou seja, nem mesmo as mães chinesas são tigres o tempo todo. E tem mais, nem sempre os filhos facilitam o trabalho das tigresas. Ao contrário da filha mais velha de Chua, a caçula um belo dia se rebelou contra o plano de excelência deixando a mãe na corda bamba.
Querer que os filhos sejam o que há de melhor é compreensível. Mas, o desejo da felicidade, essa palavra absurda para quem vive em cativeiro, também é possível. A leitura do livro é recomendada, pois quando confrontados com os inúmeros testes impostos pelas crianças , podemos ter o ímpeto de sufocar demais a prole. Não dá muito certo. Os tormentos passados pela família de Amy Chua são prova disso. E ao mesmo tempo , me peguei pensando: não são só as mães chinenas que , quando descobrem que o filho é bom em determinada atividade entra em competição com o resto do mundo para que seu rebento brilhe independente do que possa pensar sobre o assunto. Lembro de um pai de aluno que uma vez disse para o filho , corredor de kart: “Segundo lugar é o primeiro perdedor”. Serviço estranho este , de pai e mãe. Precisamos treinar alguém para o pega pra capar que é a vida, mas , as vezes, somos mais infantis do que eles jamais poderiam ser.
E você, o quanto tem de mãe chinesa? É competitiva e visa a exelência a todo custo também? Não!? Participe da promoção do primeiro ano do blog . Para participar você, que possui um blog, pode escrever um artigo até 8 de maio com o tema : O quanto de mãe chinesa há em mim? e deixar o link na seção de comentários. Agora , você que não tem um blog, não pode ou prefere não escrever o artigo, deixe sua resposta à mesma pergunta através de comentário, também até 08 de maio. As blogueiras que escreverem o artigo concorrerão ao primeiro exemplar e as comentaristas concorrerão ao segundo exemplar. Cada participante receberá um número e os livros serão sorteados através da extração da loteria federal do dia 13/05.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
#cartaaberta Que futuro terão nossos filhos?
Aconteceu na última sexta feita uma blogagem coletiva que envolveu grande parte da #blogosferamaterna e #blogosferapaterna. Como eu estava fora da cidade, escrevo hoje sobre um assunto que é de ontem, de hoje e, certamente, de amanhã. Depois do ataque a uma escola pública no bairro de Realengo, Rio de Janeiro, no último dia 07, que deixou a todos pesarosos, sem palavras, com palavras demais que valessem a pena ser ditas, confusos, tristes, de luto, revoltados e/ou, principalmente, assustados, um grupo de mães pensantes enviou uma carta aberta a seus grupos de amigos visando um debate de valores profundos. Quando recebi a carta, respirei fundo. Afinal, como o leitor poderá concluir, trata-se de um assunto árido, difícil de digerir: os tempos difíceis em que vivemos e a crise de valores que parece não cessar. Apesar existirem alguns pontos da carta que eu poderia, se não discordar, ao menos , ponderar de modo contrário, a atitude do seu envio por si só é motivo de aplauso.
Estamos nos acostumando a termos nossas retinas e ouvidos torturados com imagens e notícias absurdas no que diz respeito ao trato com a infância. E sem reclamar. São produtos que nossos filhos precisam consumir sob o risco de serem considerados out, são alimentos repletos de substâncias nocivas e atraentes que precisamos comprar para eles para ganharmos tempo, são abusos cometidos contra inocentes sem que haja punição adequada dos culpados, são tantas coisas… As signatárias da carta aberta resolveram reclamar agora e eu também vou reclamar com elas.
Precisamos debater exasutivamente todos os assuntos que digam respeito a nossas crianças e dar-lhes todo o tempo que nos seja possível dar, precisamos acolher nossas crianças pois este é o nosso dever. Não importa se elas não nasceram de parto natural , se não foram amamentadas no peito , se os pais precisam trabalhar 40 horas por semana para garantir-lhes um futuro melhor e uma boa educação, se elas usam fraldas descartáveis, se não comem os alimentos chamados agora orgânicos. Apesar de tudo isso parecer o politicamente incorreto, se houver amor e entrega na relação pai e filho, se houver comprometimento e atenção, teremos uma chance. O assunto, é claro , não termina por aqui. LEIA ABAIXO A carta aberta:
Que futuro terão nossos filhos?
Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.
A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?
Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.
Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,
temos de começar pelas crianças. Gandhi
O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?
Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?
O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.
O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?
Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!
Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.
Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.
Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!
Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.
Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor! Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.
Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br
Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com
Letícia Dawahri
Luciana Ivanike www.lucianaivanike.blogspot.com
Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com
Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com
* para saber mais acesse: Futuro do Presente
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Mãe é tudo igual completa um ano com promoção
1- os deveres escolares são sempre prioritários;
2- um A-menos é uma nota ruim;
3- seus filhos devem estar dois anos à frente dos colegas de turma em matemática;
4-os filhos jamais devem ser elogiados em público;
5- se seu filho algum dia discordar de um professor ou treinador, sempre tome partido do professor ou do treinador;
6- as únicas atividades que seus filhos deveriam ter permissão de praticar são aquelas em que pudessem ganhar uma medalha;
7- essa medalha deve ser de ouro.
| Amy e suas filhas, as "sobreviventes" Sophia e Lulu. |
as leitoras do Mãe é tudo igual. Para participar você, que possui um blog, pode escrever um artigo até 8 de maio com o tema : O quanto de mãe chinesa há em mim? e deixar o link na seção de comentários. Agora , você que não tem um blog, não pode ou prefere não escrever o artigo, deixe sua resposta à mesma pergunta através de comentário, também até 08 de maio. As blogueiras que escreverem o artigo concorrerão ao primeiro exemplar e as comentaristas concorrerão ao segundo exemplar. Cada participante receberá um número e os livros serão sorteados através da extração da loteria federal do dia 13/05. Agradeço desde já quem queira ajudar na divulgação.
Update - Quem já publicou :
Livro Aberto da Elô
Peculiarizar
Arma NÃO é brinquedo
Estamos na semana do desarmamento infantil promovida pelo Instituto Sou da Paz em São Paulo. E o debate é nacional. Arma não é brinquedo e ainda que esteja nas mãos inocentes de crianças constitui um perigo. Ao entrar no universo lúdico infantil, a arma leva consigo todo um significado de violência que não desejamos que esteja presente na educação de nossos filhos e pode acabar confundindo o pequeno que a carrega nas mãos. Afinal, apontar uma arma para o colega e puxar o gatilho plástico é brincar de que? De tirar a vida.
Vivemos tempos difíceis, em que as imagens da violência são propagadas a todo instante e , ainda que estejamos atentos somos pegos de surpresa. Há quase uma semana, quando um louco invandiu uma escola em Realengo, Rio de Janeiro, portando armas, uma delas comprada por R$266,00, a televisão não teve qualquer pudor em mostrar cenas de desespero e violência ao vivo antes das 10 horas da manhã, quando as crianças estão em casa assistindo tv. Por isso eu tenho convicção de que todo cuidado é pouco.
Lembro que meu fillho ganhou uma espada de plástico como lembrança em uma festinha no ano passado e na hora fiquei sem saber o que fazer, parada com aquela coisa nas mãos. Era apenas uma espadinha do Peter Pan, o personagem da nossa infância. Meu filho , que adora música, me tirou a espadinha imediatamente e falou : “ Mãe, olhe, ganhei uma tuba!”. Não precisei esconder a espada , ele a toca como tuba até hoje.
Sei que logo logo ele reconhecerá sua tuba como uma espada, mas acho que não preciso explicar isso a ele agora, aos 3 anos de idade. O que eu preciso é preservar , por enquanto seu universo tal como deve ser: infantil. Não pense que ele não brinca de polícia e ladrão com os primos nas reuniões de família. Não tenho como evitar que o menorzinho da turma fique fascinado com o bangue-bangue e o pow pow seguido de correria. Apesar da ausência de brinquedos, polícia e ladrão continuará sendo uma brincadeira, mas não precisa servir de treinamento.
Este post faz parte da blogagem coletiva Arma NÃO é brinquedo. Saiba mais visitando o site do Instituto Sou da Paz
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Violência – E agora, o que eu digo pro meu filho?
Em casa, normalmente não assisto tv na parte da manhã. Eu prefiro rádio. Sou antiga, sabe? Vou para a cozinha preparar o café ás 7 da manhã e ligo o rádio para saber a quantas anda o Rio de Janeiro e desligo por volta das 8, quando sentamos em família para tomar o café. A notícia do massacre na escola em Realengo chegou pelo telefone, minha mãe sempre me avisa dessas coisas, querendo dizer que o Rio não é um bom lugar para criar os filhos, só às 10, quando o pequeno tinha ido para a natação. Ela tem lá sua razão. Mas, eu também tenho a minha.
Meu bebê filho completa hoje 3 anos e 7 meses. Ele ainda tem uma visão infantil, maniqueísta da vida. Existem os bonzinhos e os malvados. Até ontem ele vivia numa metrópole cheia de problemas mas, que se imaginava segura de episódios como aquele , longe do ódio gratuito. Agora, existe a possibilidade da moda pegar, já que pessoas com personalidade para atos extremos costumam ganhar confiança quando assistem notícias de atos violentos. Agora, preciso me preparar com mais afinco para o dia em que meu filho estará preparado para saber a verdade sobre mocinhos e bandidos.
Ontem no twitter, li notícias de mães que defendem que seus filhos de 8 e até 6 anos devam ter conhecimento total da tragédia e até estavam assistindo às notícias em tempo real com eles. Eu seria mais moderada. Crianças precisam ser crianças e ter a infância preservada até a maturidade para assimilar tanta maldade, que, cá entre nós, até os adultos tem dificuldade em digerir. É duro , mas é a vida e precisamos, com muito tato saber o momento certo para abordar o tema. Acredito firmemente que há tempo para tudo. Ainda que se diga que não adianta tapar o sol com a peneira, acho que não se deve expor a criança ao noticiário.
Diante de tudo isso, lembro que quanto estava grávida , imaginava que a oportunidade da maternidade me daria uma página em branco para escrever e com meu filho eu não cometeria os erros da minha mãe, mas somente os meus. Como eu não fazia a menor ideia de quais poderiam ser os meus erros, imaginei que seria a mãe perfeita. Bobinha. Cá estou eu , errando e acertando todos os dias, erros e acertos inimagináveis para a gestante que eu fui.
Eu não sou a mãe perfeita, essa mãe não existe. Ou talvez até exista mas, quem poderá rotulá-la será o próprio filho. Então até que o meu bebê-filho se torne filho adulto e sabedor de si, não terei condições de saber a resposta. E mesmo que eu saiba ela poderá estar maculada pelo amor do filho que sempre acha a mãe legal. Afinal, é a única que conhece. Tudo o que eu quero é poder contribuir para que meu ex-bebê cresca com os elementos necessários para encontrar seu lugar no mundo, sua felicidade, sua paz interior. Se eu não atrapalhar acho que já está de bom tamanho. Preocupada com seu desenvolvimento, tropeçando nas minhas ideias que podem mudar a qualquer momento, assim eu sou a melhor mãe que posso ser. Toda mãe que leva o serviço a sério sabe como é difícil.
* Este texto é parte da blogagem coletiva promovida pela Carol Passuelo do blog Vinhos, viagens, uma vida comum e dois bebês! e foi, infelizmente, contaminado pelos acontecimentos de ontem.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Culpa Zero
Culpa. Desconfio que a maioria das pessoas inscritas nesta Blogagem Coletiva é mulher. Não que homem não sinta culpa, eles sentem. Mas, parece que o produto não é tão bem vendido aos meninos, afinal. Mulher sente culpa desde que sabe-se mulher. Culpa pelos quilos a mais, existam ou não. Culpa por precisar trabalhar e deixar os filhos com outra pessoa. Culpa pelas rugas que teimam em aparecer, culpa por mentir a idade. Eu não vou entrar em questões religiosas mas, tudo indica que a culpa , se não foi criada, foi bastante utilizada através dos tempos por setores da fé para lucrar com indulgências.
Ninguém nasce com culpa. Pelo contrário, nascemos ególatras. Tudo o que queremos ao berrar é o seio materno, o colo da mãe. Desejamos resolver de imediato a demanda de leite e calor, do eu, do eu, do eu. O eu não pode ser privado do básico e o básico, para o bebê, é tudo. Com o tempo, por ser o homem um ser social, começamos a ter que interagir com o outro e, o outro não é mais a nossa mamãe.Precisamos agradar o outro, trabalhar com o outro, almoçar com o outro, namorar o outro, falar com o outro, pegar carona com o outro. Precisamos ter amigos nos outros. E quando não fazemos tudo como esperado pelo outro, muitas vezes sentimos culpa por nós mesmos ou porque nos fazem sentir assim.
Eu não sei, não faço a menor ideia se é possivel na sociedade ocidental capitalista, viver sem a tal da culpa. Talvez seja tão difícil cortar a culpa quanto o MacDonalds, o chocolate, o refrigerante. Talvez seja tão difícil cortar a culpa quanto a internet de alta velocidade.Mas, é preciso tentar. Precisamos tentar viver como podemos, viver como é possível. Nem sempre é possível viver fazendo tudo o que queremos fazer para agradar ao outro. Precisamos começar a agradar a nós mesmos, procurando evitar sentir ou fazer quem está conosco sentir culpa.
* Este post é parte da blogagem coletiva idealizada por meio de uma conversa no Twitter, saiba mais no blog Um pouco de mim…
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Vínculo #blogagemcoletiva
terça-feira, 13 de julho de 2010
Resultado do Sorteio Chega de Bullying
A blogagem coletiva Chega de Bullying foi um sucesso. Participaram pais, mães, professores e adolescentes, o que me deixou muito feliz. Afinal , tivemos multiplas abordagens e visões de um mesmo tema.Mesmo depois do término do prazo da postagem , continuamos recebenos novos links de participação, aproveite para ler os textos que chegaram nos últimos dias clicando aqui. O sorteio do livro da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, Bullying, mentes perigosas nas ESCOLAS foi realizado no site random.org e saiu para a Ana do blog Balde, Areia e Balanço. Ana, espero seu email ( maeetudoigual@gmail.com) para enviar seu livro. Parabéns a Ana e obrigada a todos!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Chega de Bullying
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O tempo da espera
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Chega de Bullying
Caso você aceite o convite, deixe um comentário com a url do seu blog, poste o selo na sua sidebar com link para este post e em 05 de julho publique sua opinião sobre o tema e chame a atenção de seus leitores para esta prática absurda. Ao final da coletiva será sorteado entre os participantes o livro da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, Bullying, mentes perigosas nas ESCOLAS , da editora FONTANAR.
Podem participar blogueiros residentes no Brasil ou com endereços de entrega no território nacional. Acredito que a blogagem coletiva será uma forma de movimentar a internet em torno de um tema muitíssimo importante como este. E então, posso contar com você?






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